Os principais acontecimentos do 2T26

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R$ 75 milhões em dividendos e JCP intercalares — R$ 1,14 por ação

O Conselho de Administração aprovou a distribuição de R$ 75 milhões em proventos intercalares (R$ 56 mi em dividendos + R$ 19 mi em JCP), correspondente a 62% do lucro líquido do 1S26 e a um dividend yield de 3,8%. Pagamento em 18/08/2026, com data de corte em 06/08/2026.
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Novo contrato de gestão de contêiner com a BYD — Logística Integrada

A Divisão de Logística Integrada iniciou no 2T26 um novo segmento de transporte e gestão de pátio de contêiner, atendendo a BYD entre o Porto de Salvador/CLIA e a fábrica da montadora em Camaçari-BA. Movimento estratégico para atender clientes de forma integral em seus diversos fluxos logísticos.
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R$ 30 milhões em novos investimentos em pátios anunciados em 2026

Investimentos em terreno extra e benfeitorias em Camaçari-BA (contíguo ao terreno adquirido ao lado da fábrica da BYD) e em Horizonte-CE (ao lado da fábrica da PACE), acompanhando a curva de produção acelerada das montadoras.
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Operação recorde: quase 12 mil veículos importados recebidos em Itajaí-SC

Em junho/2026, a Tegma recebeu dois navios que somaram quase 12 mil veículos (5 mil e 7 mil) no Porto de Itajaí-SC. As operações duraram entre 70 e 80 horas, mobilizando de 150 a 200 funcionários e entre 90 e 140 carretas próprias e terceirizadas.
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Receita líquida de R$ 740,1 mi (+37%) e EBITDA ajustado de R$ 138,5 mi (+46%)

Ambos recordes trimestrais, impulsionados pelo crescimento de 21,5% nos veículos transportados, 7,8% na distância média e pelo controle das despesas administrativas, mesmo descontando a indenização não recorrente de R$ 7,2 mi ligada à antiga controlada Direct Express.
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ROIC de 31,8% — recuperação após três trimestres seguidos de queda

O ROIC subiu 1,9 p.p. vs o 1T26, puxado pelo crescimento do resultado operacional. Segundo o CFO Ramón Perez, ROIC, ROE e EVA se recuperaram neste trimestre após três trimestres consecutivos de queda. O EVA gerado ficou entre R$ 109 e R$ 144 mi, considerando WACC de 12% a 17%.

Mercado Automotivo Brasileiro — 2T26

Dados ANFAVEA / Fenabrave. Patamar de vendas mais alto desde 2014, com aceleração em maio e junho.

762,6 mil
Vendas domésticas
+24,2% vs 2T25
109,6 mil
Exportações
-23,5% vs 2T25
872,2 mil
Total vendas + licenc.
+15,2% vs 2T25
698,6 mil
Produção nacional
+12,7% vs 2T25
Contexto relevante: Vendas domésticas puxadas pelo crescimento dos veículos eletrificados (20% das vendas no Brasil) e pelo programa Carro Sustentável, além de renda maior, mais concorrência e preços menores segundo a FENABRAVE. O programa Move Brasil (crédito subsidiado a motoristas de app e taxistas) passou a vigorar em 19/06. Exportações recuaram pela queda nas vendas a Argentina e Uruguai e maior concorrência chinesa na América Latina. BYD, Geely e GWM foram as montadoras que mais ganharam market share; Fiat, Toyota e Hyundai, as que mais perderam. Segundo a ANFAVEA, o 2S26 deve crescer cerca de 7% vs 2S25.

Indicadores Financeiros e Operacionais

Selecione um indicador para ver o resultado do 2T26 com comparativo e a explicação extraída dos documentos oficiais.

Vendas domésticas (ANFAVEA)
762,6 mil
+24,2% vs 2T25
2T25: 613,9 mil · Exportação 2T26: 109,6 mil (-23,5%)
2T26 Doméstico762,6 mi
2T25 Doméstico613,9 mi
O crescimento de 24,2% nas vendas domésticas foi impulsionado pelo avanço dos veículos eletrificados e do programa Carro Sustentável e, segundo a FENABRAVE, pelo aumento de renda, mais concorrência e preços menores. Patamar de vendas mais alto desde 2014, com aceleração em maio e junho. A queda de 23,5% nas exportações reflete a retração das vendas à Argentina e ao Uruguai e a maior concorrência chinesa na América Latina.
Veículos transportados pela Tegma
207,2 mil
+21,5% vs 2T25
2T25: 170,5 mil · Market share: 23,8% (+1,2 p.p.)
2T26207,2 mi
2T25170,5 mi
A quantidade de veículos transportados cresceu 21,5%, impulsionada pelo aumento dos emplacamentos nacionais, elevando o market share para 23,8% (+1,2 p.p.), reflexo do desempenho acima do mercado de clientes-chave da Tegma. As exportações transportadas caíram 15,8%, acompanhando a retração das exportações de veículos no período.
Distância média por veículo
1.166 km
+7,8% vs 2T25
2T25: 1.082,4 km · Doméstico: 1.285 km (+3,5%) · Exportação: 289,5 km (-8,0%)
2T261.166 km
2T251.082,4 km
A distância média consolidada cresceu 7,8%, impulsionada pelo aumento de 3,5% na distância doméstica (para 1.285 km) e pela maior participação das viagens nacionais no mix. A BYD tem participação relevante nesse aumento, sobretudo nos veículos carregados em Cariacica/ES, segundo o CEO Nivaldo Tuba. A distância de exportação caiu 8,0% pela redução de viagens ao Mercosul.
Receita Bruta — Div. Automotiva
R$ 866,5 mi
+39,4% vs 2T25
2T25: R$ 621,4 mi · Receita líquida: R$ 692,9 mi (+39,7%)
2T26R$ 866,5 mi
2T25R$ 621,4 mi
O crescimento de 39,4% reflete o aumento de 21,5% nos veículos transportados, a expansão de 7,8% na distância média e os reajustes anuais de tarifas. A receita da Fastline cresceu 7%. As deduções cresceram 38,3% pela alteração no recolhimento de ICMS sobre transporte — em vigor desde o 3T25 —, gerando R$ 5,4 mi de recolhimento adicional (0,8 p.p. de impacto na margem).
Lucro Bruto e Margem — Div. Automotiva
R$ 147,3 mi
+41,7% vs 2T25
Margem: 21,3% (+0,3 p.p.) · 2T25: R$ 103,9 mi / 21,0%
Margem 2T2621,3%
Margem 2T2521,0%
A margem bruta avançou 0,3 p.p., apesar do impacto tributário do ICMS (-0,8 p.p.). O trimestre foi favorecido por um crédito de R$ 2,5 mi referente ao descasamento do diesel do 1T26, já ressarcido (+0,4 p.p.). Em contrapartida, pesaram o crescimento dos custos de balsa no transporte fluvial no norte do país (-0,4 p.p.) e o deslocamento de colaboradores para Camaçari/BA e Cariacica/ES por causa do alto volume nessas operações (-0,4 p.p.).
EBITDA Ajustado e Margem — Div. Automotiva
R$ 131,6 mi
+52,4% vs 2T25
Margem: 19,0% (+1,6 p.p.) · 2T25: R$ 86,3 mi / 17,4%
Margem 2T2619,0%
Margem 2T2517,4%
O EBITDA ajustado cresceu 52,4% pelo crescimento da receita aliado à estabilidade das despesas (desconsiderando a indenização não recorrente de R$ 7,2 mi ligada à antiga controlada Direct Express), mesmo com o impacto negativo do recolhimento de ICMS (-0,8 p.p.). As despesas, sem o efeito da indenização, cresceram apenas 2,4%, abaixo da inflação, pela redução de honorários advocatícios ligados a M&A e processos anticoncorrenciais.
Receita Bruta — Div. Integrada
R$ 58,3 mi
+7,4% vs 2T25
2T25: R$ 54,2 mi · Receita líquida: R$ 47,2 mi (+5,8%)
2T26R$ 58,3 mi
2T25R$ 54,2 mi
O crescimento de 7,4% ocorre apesar da perda de um contrato de transporte inbound na operação de Logística de Granéis em junho/25. Essa perda foi mitigada pelo início do novo contrato de transporte de contêiner para a BYD na Bahia (+R$ 6 mi) e pelo crescimento da divisão de gestão de embalagens.
Lucro Bruto e Margem — Div. Integrada
R$ 5,2 mi
-29,3% vs 2T25
Margem: 11,1% (-5,5 p.p.) · 2T25: R$ 7,4 mi / 16,6%
Margem 2T2611,1%
Margem 2T2516,6%
A margem bruta recuou 5,5 p.p., explicada pela alteração na apuração dos créditos de ICMS sobre transporte (+R$ 0,6 mi de recolhimento, 1,3 p.p. de impacto) e pelo aumento do diesel, repassado integralmente aos transportadores mas só parcialmente aos clientes.
EBITDA e Margem — Div. Integrada
R$ 6,9 mi
-16,9% vs 2T25
Margem: 14,7% (-4,0 p.p.) · 2T25: R$ 8,4 mi / 18,7%
Margem 2T2614,7%
Margem 2T2518,7%
A margem EBITDA recuou 4,0 p.p., refletindo a queda da margem bruta no período, amenizada pela redução das despesas da divisão. O novo serviço de logística de contêiner para a BYD começa a compensar a perda de receita de granéis registrada em 2025.
Receita Bruta Consolidada
R$ 924,7 mi
+36,9% vs 2T25
2T25: R$ 675,7 mi · Receita líquida: R$ 740,1 mi (+36,9%)
2T26R$ 924,7 mi
2T25R$ 675,7 mi
A receita bruta consolidada cresceu 36,9%, puxada pela Divisão Automotiva (aumento de veículos transportados, distância média e reajustes de tarifas) e por uma contribuição positiva da Logística Integrada com o novo contrato de gestão de contêiner.
Lucro Bruto e Margem Consolidados
R$ 152,6 mi
+37,0% vs 2T25
Margem: 20,6% (estável) · 2T25: R$ 111,4 mi / 20,6%
Margem 2T2620,6%
Margem 2T2520,6%
A margem bruta ficou estável em 20,6%, resultado da mudança no recolhimento de créditos de ICMS (-0,7 p.p., R$ 6,1 mi), da descontinuação de um contrato de logística de químicos e de questões operacionais na logística automotiva ligadas ao forte crescimento da operação, todas compensadas pelo efeito volume.
EBITDA Ajustado e Margem Consolidados
R$ 138,5 mi
+46,3% vs 2T25
Margem: 18,7% (+1,2 p.p.) · 2T25: R$ 94,7 mi / 17,5%
Margem 2T2618,7%
Margem 2T2517,5%
O EBITDA ajustado cresceu 46,3%, com expansão de 1,2 p.p. de margem, puxado pelo crescimento da receita da logística automotiva e pela estabilidade das despesas (excluindo a indenização de R$ 7,2 mi da Direct Express). As despesas totais cresceram 22,1% no trimestre justamente por causa dessa indenização; sem ela, caíram 0,6% pela redução de honorários advocatícios ligados a M&A e processos anticoncorrenciais.
Equivalência Patrimonial
R$ 5,7 mi
-36,3% vs 2T25
2T25: R$ 8,9 mi · GDL: receita -13%, lucro líquido -38%
A equivalência patrimonial representa principalmente o resultado da joint venture GDL. A GDL teve receita de R$ 68 mi (-13%) e lucro líquido de R$ 12 mi (-38%). Motivos: (1) liberação aduaneira de veículos sobre águas com remoção para pátios não alfandegados; (2) maior volume em navios ro-ro em vez de armazenamento em racks; (3) uso da DUIMP, que reduz a necessidade de armazenagem em zonas secundárias; e (4) variação cambial desfavorável às receitas de armazenagem alfandegada. Nas margens, pesou ainda o custo de pátios mantidos sob locação para atender aos picos de estoque de veículos.
Resultado Financeiro
-R$ 1,3 mi
Inverteu de +R$ 3,3 mi (2T25)
Receita financeira: R$ 6,1 mi (-44,5%) · Juros: R$ 4,7 mi (+15,5%)
O resultado financeiro tornou-se negativo pela queda de 44,5% na receita de aplicações financeiras, reflexo da redução do caixa após os dividendos extraordinários de dezembro/2025 e da contratação de R$ 55 mi em novos financiamentos nos últimos 12 meses. Os juros sobre arrendamento (IFRS-16) recuaram 12,1%, pelo menor prazo restante dos contratos.
Lucro Líquido e Margem Líquida
R$ 83,1 mi
+23,8% vs 2T25
Margem: 11,2% (-1,2 p.p.) · 2T25: R$ 67,1 mi / 12,4%
Margem 2T2611,2%
Margem 2T2512,4%
O lucro líquido cresceu 23,8%, mas a margem recuou 1,2 p.p. por causa da indenização não recorrente de R$ 7,2 mi (R$ 4,8 mi líquida de IR) ligada à antiga controlada Direct Express, da redução da equivalência patrimonial e da reversão do resultado financeiro de positivo para negativo, além do aumento da alíquota de IR/CSLL para 29,7% (vs 26,9% no 2T25).
Fluxo de Caixa Livre
-R$ 1,2 mi
Inverteu de +R$ 41,5 mi (2T25)
Caixa operacional: R$ 22,3 mi · CAPEX "caixa": R$ 14,1 mi · Arrendamento: R$ 9,4 mi
O FCL negativo em R$ 1,2 mi foi impactado pelo alto consumo de capital de giro decorrente do forte ritmo de crescimento da receita (+37% vs 2T25). Os dias a receber permaneceram no mesmo patamar do ano anterior; o ciclo de caixa aumentou 1 dia, para 39 dias. O CAPEX de R$ 14,7 mi foi aplicado em: pátios em Serra/ES e Camaçari/BA (R$ 2,1 mi), novo terreno em Camaçari (R$ 4,1 mi) e cavalos mecânicos para logística de usados (R$ 1,7 mi).
Dívida / Caixa Líquido
Caixa líq. R$ 56 mi
vs caixa líq. R$ 59 mi (mar/26)
Dívida bruta: R$ 141,0 mi · Caixa total: R$ 196,9 mi · Custo: CDI +0,94%
O caixa líquido de R$ 56 mi (caixa total R$ 196,9 mi menos dívida bruta R$ 141,0 mi) recuou frente a março/26, principalmente pelo fluxo de caixa livre negativo do trimestre. No 2T26 a Tegma contratou R$ 15 mi via linha Renova Frota do BNDES (5 anos, CDI -2,2%), reduzindo o custo médio da dívida para CDI +0,94% (-0,4 p.p. vs mar/26). Em março/26, a Fitch reafirmou o rating da Tegma em A(Bra), perspectiva estável.
ROIC e EVA — Retorno sobre o Capital Investido
31,8%
+1,9 p.p. vs 1T26
WACC analistas: 12%–17% · EVA gerado: R$ 109–144 mi
O ROIC de 31,8% permanece muito acima do custo de capital estimado (12%-17%), evidenciando forte geração de valor. A alta de 1,9 p.p. vs 1T26 decorre do crescimento do resultado operacional, puxado pelo aumento de veículos transportados, da distância média e da melhora de margens. Segundo o CFO Ramón Perez, ROIC, ROE e EVA se recuperaram neste trimestre após três trimestres consecutivos de queda. O EVA de R$ 109-144 mi (vs R$ 88-121 mi no 1T26) confirma essa recuperação. Todas as operações e projetos da Tegma passam por avaliação de EVA como critério de viabilidade.

Resumo dos indicadores — 2T26 vs 2T25

Indicador2T262T25Variação
Receita líquida (R$ mi)740,1540,5+36,9%
Lucro bruto (R$ mi)152,6111,4+37,0%
Margem bruta20,6%20,6%—
EBITDA ajustado (R$ mi)138,594,7+46,3%
Margem EBITDA ajustada18,7%17,5%+1,2 p.p.
Lucro líquido (R$ mi)83,167,1+23,8%
Margem líquida11,2%12,4%-1,2 p.p.
Veículos transportados (mil)207,2170,5+21,5%
Distância média (km)1.1661.082,4+7,8%
Fluxo de caixa livre (R$ mi)-1,241,5-
Caixa líquido (R$ mi)55,9235,9 (jun/25)—
ROIC31,8%—+1,9 p.p. vs 1T26

Apresentação e Q&A — 4 de agosto de 2026

Assista à teleconferência completa com Nivaldo Tuba (CEO) e Ramón Perez (CFO), com tradução simultânea para inglês.

Teleconferência 2T26 · Tegma Gestão Logística (TGMA3) · 4 ago 2026

Documentos Oficiais — 2T26

Acesse os documentos completos publicados pela Tegma na divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2026.

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Earnings Release

Análise completa dos resultados financeiros e operacionais do 2T26, com comentários da administração.

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📊

Apresentação de Resultados

Slides utilizados na teleconferência de resultados do 2T26 com CEO e CFO da Tegma.

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🎙️

Transcrição da Teleconferência

Transcrição completa da teleconferência de resultados do 2T26 com perguntas e respostas.

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📑

Demonstrações Financeiras

Demonstrações financeiras completas entregues à CVM referentes ao 2T26 (ITR).

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📥 Série Histórica de Indicadores em Excel

Histórico completo de indicadores financeiros e operacionais da Tegma, trimestre a trimestre, com reconciliação de ROIC, EVA e métricas gerenciais.

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Cobertura dos Resultados 2T26

Principais notícias e relatórios de research publicados sobre os resultados da Tegma no segundo trimestre de 2026.

ADVFN

Tegma registra lucro de R$ 83 milhões no 2T26, aprova dividendos e vê receita disparar

04/08/2026 · Lucro líquido cresce 24% e receita líquida avança 36,9% na comparação anual, puxados pelo forte desempenho da divisão automotiva; Conselho aprova R$ 75 milhões em proventos.

Valor Econômico

Lucro da Tegma cresce 23,8% no 2º trimestre

03/08/2026 · Cobertura do resultado do 2T26, com lucro líquido de R$ 83,1 milhões (+23,8%) e receita líquida de R$ 740,1 milhões (+36,9%) na comparação anual.

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